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Porquê variedades regionais?

2 Oct 2015

 

"As variedades locais (...) são mais rústicas e desenvolvem-se sem a aplicação de fertilizantes e pesticidas e são menos exigentes em regas. 
São por isso de cultivo mais ecológico, e ideais na implementação das boas práticas agrícolas.


A preservação e consumo destas variedades, que são parte integrante do nosso património agrícola, são uma forma de apoio à produção local.


Contribuem ainda para um regime alimentar mais rico e variado, do ponto de vista nutritivo e de paladar."

 

Créditos do texto: Colher para Semear.

 

Certamente já reparou que, quando se compra tomate numa grande superfície comercial, encontra, invariavelmente, exemplares de formato e cor uniformes – em geral, redondos e vermelhos (quando maduros). São vegetais aperfeiçoados pelo homem para satisfazer as necessidades de produção (em grande quantidade), de colheita (feita à máquina) e de transporte (por vezes a grandes distâncias).


Ora, é do senso comum que a diversidade conduz a uma maior riqueza; existem mesmo estudos comparativos de variedades regionais com variedades comerciais que revelam teores nutricionais mais elevados nas regionais e diferentes para cada variedade.


E no mundo existem mais de 7 mil variedades de tomate, das mais variadas formas e cores, que, quando colhidos maduros, proporcionam um admirável novo mundo de sabores.
 

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