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Conservação por desidratação

3 Oct 2015

 

A existência de alimentos associados a uma determinada estação durante todo o ano é muito recente na história da alimentação humana. De facto, os nossos avós não sabiam o que era comer tomate fresco no inverno.

 

Esta realidade faz parte de uma agricultura tradicional, ao ar livre, desde os tempos mais remotos, e quem a conhece aprecia o verdadeiro sabor dos vegetais sazonais.

 

A natureza oferece-nos o que tem de melhor na época certa e, se acarinhadas, as plantas produzem com abundância. De tal modo que, em geral, não conseguimos consumir tudo o que é produzido.

 

Então como conservar estes alimentos de modo a não serem desperdiçados e a serem preservados, com todo o seu sabor e qualidades nutritivas, para consumo em épocas de maior escassez?

 

A desidratação é o processo mais natural e, ao mesmo tempo, mais simples e vantajoso de o fazer:

  • não requer a utilização de conservantes (como é o caso das conservas que, mesmo feitas de um modo tradicional, exigem a adição de açúcar ou sal)

  • a sua conservação pode ser feita à temperatura ambiente (não exigindo gasto de energia como os congelados)

  • o seu armazenamento exige muito pouco espaço (os vegetais contêm muita água e, uma vez desidratados, podem reduzir o seu volume até 95%)

 

Para ler mais sobre este tema: www.escolhasaudavel.com

 

 

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