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Palavra de ordem: conservar!

21 Sep 2016

 

A conservação de alimentos existentes em abundância numa determinada época é algo crucial para qualquer ser vivo, de modo a prolongar a sua disponibilidade para tempos de menos abundância ou escassez.

 

Quem conhece os ritmos naturais sabe que o verão é uma dessas épocas ricas em produtos de excelência e em abundância.

 

Interessa, portanto, conservar, nesta altura em que já se adivinha o seu epílogo:

 

  • prolonga-se pelas outras estações os sabores e aromas desta estação tão profícua (quer para produtos agrícolas, quer para alimentos silvestres)

  • minimiza-se o desperdício, no caso de estarmos a falar de alimentos frescos produzidos em agricultura

 

aqui se falou das vantagens de conservação por desidratação.

Mas conservar é um conceito que abrange muito mais!

 

E é possível (e desejável) conservar apenas com base em métodos tradicionais, sem recurso a aditivos ou conservantes artificiais e sem as diversas agressões a que os alimentos são sujeitos em ambiente industrial.

 

É claro que se exige algum trabalho, mas o resultado final dá gosto (no sentido literal!).

 

Esterlizar, pasteurizar, utilizar sal, açúcar e/ou vinagre e cozinhar antes de conservar são algumas das etapas necessárias para as conservas tradicionais, como tão bem nos mostrou a nossa amiga Graça Ribeiro na "Oficina de Conservas", que decorreu o sábado passado em Sintra.

 

Deixámos na nossa página de facebook um testemunho fotográfico desse evento, para o qual fomos convidados a levar algumas das variedades regionais de tomate.

Em fresco, claro!

 

Um sábado solarengo, muito bem passado, com resultados finais que foram um verdadeiro festim para os sentidos.

 

Bem-haja, Graça!

 

 

 

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