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Palavra de ordem: conservar!


Produtos da época, variedades regionais.

A conservação de alimentos existentes em abundância numa determinada época é algo crucial para qualquer ser vivo, de modo a prolongar a sua disponibilidade para tempos de menos abundância ou escassez.

Quem conhece os ritmos naturais sabe que o verão é uma dessas épocas ricas em produtos de excelência e em abundância.

Interessa, portanto, conservar, nesta altura em que já se adivinha o seu epílogo:

  • prolonga-se pelas outras estações os sabores e aromas desta estação tão profícua (quer para produtos agrícolas, quer para alimentos silvestres)

  • minimiza-se o desperdício, no caso de estarmos a falar de alimentos frescos produzidos em agricultura

aqui se falou das vantagens de conservação por desidratação.

Mas conservar é um conceito que abrange muito mais!

E é possível (e desejável) conservar apenas com base em métodos tradicionais, sem recurso a aditivos ou conservantes artificiais e sem as diversas agressões a que os alimentos são sujeitos em ambiente industrial.

É claro que se exige algum trabalho, mas o resultado final dá gosto (no sentido literal!).

A escolha do tomate.

Esterlizar, pasteurizar, utilizar sal, açúcar e/ou vinagre e cozinhar antes de conservar são algumas das etapas necessárias para as conservas tradicionais, como tão bem nos mostrou a nossa amiga Graça Ribeiro na "Oficina de Conservas", que decorreu o sábado passado em Sintra.

Deixámos na nossa página de facebook um testemunho fotográfico desse evento, para o qual fomos convidados a levar algumas das variedades regionais de tomate.

Em fresco, claro!

Um sábado solarengo, muito bem passado, com resultados finais que foram um verdadeiro festim para os sentidos.

Bem-haja, Graça!

Oficina de Conservas, com a Graça Ribeiro, em Sintra.

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